quarta-feira, 30 de julho de 2008

renascença


e tudo se desfaz...

...como uma saudade de alguém que nunca voltará, será inesquecível, numa tarde de domingo, uma nuvem de chuva levando embora até a amizade, junto à poesia que evapora dos depoimentos. O acaso permitirá um dia, quem sabe, que eu nunca mais lhe ache, que eu nunca mais lhe procure, que você nunca mais procure-me, deixando calar, deixando envelhecer, deixando-me longe da sua companhia enganosa, o esquema é esse mesmo, feri-se antes, antecipando a dor de uma das partes, por pura vaidade é mais cômodo ser covarde, diria devendra banhart: - noah é um cowboy, mas quase ninguém sabe.

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